
Circulação da exposição A carne de Gaia contemplada pelo edital Proac 2024 e executada de março a setembro de 2025
A partir da exposição A carne de Gaia, montada no espaço do Pavão em maio de 2024 e remontada na Pinacoteca de Botucatu em agosto de 2024, entendemos a importância do tema das questões climáticas, desmatamento e mineração e seus efeitos sociais no campo, nas cidades e principalmente nos povos originários.

A exposição, produzida pelo Instituto Pavão Cultural e idealizada pela artista Beá Meira, teve curadoria da pesquisadora Susana Oliveira Dias e a participação especial das artistas indígenas Claudia Baré, Larissa Ye’pa e Rayane Kaingang.

A circulação pelo Proac no ano de 2025 passou pelas cidades de Santos, na Galeria Braz Cubas, Ribeirão Preto no MARP – Museu de Arte de Ribeirão Preto, Marília, na Galeria Municipal de Artes e Tupã, no Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre.

Em cada cidade a exposição contou com arte educadores durante todo o período, tanto para visitas espontâneas como para grupos. Foi disponibilizado um material pedagógico com o resumo da exposição, com espaço para cada visitante criar uma obra com carimbos desenhados pela artista Beá Meira.
Em cada cidade, uma das artistas ofereceu uma oficina baseada em suas pesquisas artísticas.
- Beá Meira ofereceu oficina de bordados em Santos
- Larissa Ye’pa ofereceu oficina de grafismos indígenas em Ribeirão Preto
- Rayane Kaingang ofereceu oficina de cerâmica kaingang em Marília
- Claudia Baré ofereceu uma oficina de adornos indígenas em Tupã
No final do projeto, foi editado um vídeo documentário cobrindo toda a circulação, com imagens das montagens e depoimentos da equipe envolvida


















