O Instituto Pavão Cultural é um espaço cultural voltado para artes visuais, artes cênicas, arquitetura, música, e atividades educativas para crianças desde o ensino básico, até jovens e adultos.
Somos uma Associação sem fins lucrativos cuja missão é produzir, promover e difundir arte e cultura como ferramentas de transformação social, de forma democrática, independente, inclusiva e acessível.
Situado no distrito de Barão Geraldo, Campinas, o espaço permite várias possibilidades de interação e estrutura para receber manifestações artísticas, culturais, de vivência e lúdicas. Seu corpo técnico é composto por arquitetos, técnicos e cientistas sociais, realiza parcerias com outros profissionais para trabalhar com expografia, montagens, visitas mediadas, arte educação e oficinas.

Equipe

Arquiteta e urbanista graduada pela FAU-USP em 1983. Trabalhou em diversos campos da arquitetura e por 20 anos dirigiu a Linea, Arquitetura Urbanismo e Meio Ambiente S/C Ltda que entre outros executou trabalhos de expografia em Campinas no Instituto CPFL.
Fundadora, gestora e curadora do Instituto Pavão Cultural em Campinas, também é sócia daPavão Arquitetura e Expografia S/C Ltda, empresa dedicada à expografia e montagem de exposições com trabalhos executados em diversos salões na cidade de Campinas desde 2018. Desde 2019, foi responsável pela produção demais de 30 exposições de artes visuais no espaço do Pavão, além da produção e gestão da circulação da exposição A Carne de Gaia por 4 cidades do Estado de São Paulo em 2025 pelo edital Proac 26/2024. Além da gestão do instituto vem pesquisando produção, gestão cultural e curadoria em encontros formativos e cursos em outras instituições como Projeto Marieta, Galeria Bar.co, PolObs e Laboratório de Espaços Culturais (CPF-SESC-SP). Atua como organizadora do CLAI, Circuito Livre de Arte Independente de Campinas desde 2020, e coordenou as 2 edições da FLAI – Feira Livre de Arte Independente com presença de mais de 30 artistas em cada edição. Foi integrante da equipe de projeto de arquitetura com Ronald Cavaliere e Inês Luchesi de Carvalho para o projeto da exposição: 22a. Bienal Internacional de São Paulo – 1994 – curadoria de Nelson Aguilar e da exposição:Bienal Brasil sec XX – 1994 – curadoria de Nelson Aguilar.

Arquiteto e urbanista graduado pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo em 1985, Mestre em Tecnologia na Construção pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo-IPT em 2001; trabalhou no Núcleo de desenvolvimento da Criatividade da UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas, onde participou da equipe responsável por projetos habitacionais e equipamentos comunitários no Estado de São Paulo, projeto da Moradia Estudantil da UNICAMP,Casa do Lago e escola e creche do PROFIC/Prodecad UNICAMP de 1987 a 1990.
Associado fundador da Usina_ctah – Usina Centro de Trabalhos Para o Ambiente Habitado, Organização não governamental de assessoria técnica desde 1990;Professor da UNIMEP – Universidade Metodista de Piracicaba nas áreas de projeto, desenho e tecnologia de 1996 a 2019; Além da docência e trabalhos na área de habitação e urbanismo, desde de 2006 realiza trabalhos de projetos expográficos. Sócio da Pavão Arquitetura e Expografia desde 2018; Gestor Associado doInstituto Pavão Cultural Projetos educativos desde 2019.

Formada em gastronomia e pós graduada em gestão de marketing, atualmente é graduanda em artes visuais pela UNICAMP. Artista e fotógrafa, trabalha como designer e produtora cultural no espaço doInstituto Pavão Cultural e é voluntária na ocupação cultural Maloca Arte e Cultura, ambos os espaços localizados em Campinas.
Teve seu primeiro livro “Morro e não posso velar o meu corpo” publicado em 2021, pelo Selo Turvo. Com este mesmo projeto, participou das exposições: Nada será como antes, no Pavão Cultural (Campinas), Constelações Latinas (São Paulo, pelo Festival Imaginária, Fortaleza, pelo Fotofestival SOLAR) e Obra-afeto, no Pavão Cultural. Em 2022, foi também finalista de dois concursos: Concurso Lovely de melhor fotozine, alcançando o 3º lugar com “Queime depois de ler” e Convocatória de fotolivros do Festival ZUM, com “Morro e não posso velar o meu corpo”, tendo seu livro em exposição no Instituto Moreira Salles, Festival Imaginária 2023 (São Paulo) e Beyra Festival (Juiz de Fora), e agora integrado ao acervo do IMS de forma permanente. Participou como bolsista da 3ª Residência ACHO: O Destino das Imagens num Mundo Porvir. Teve também sua publicação citada em matérias pertencentes a Revista ZUM (2022), Revista Laudelinas (2021) e Mina Art Magazine (2022).

É produtora cultural formada em Ciências Sociais pela UNICAMP, nas modalidades licenciatura e bacharelados em Antropologia e Ciência Política. Trabalhou, de 2021 a 2023, com o grupo de teatro Os Geraldos (Campinas – SP), nas áreas de produção executiva, projetos culturais e comunicação. Foi coordenadora de produção do Projeto musical “Patuscanto – narrativas cancionais para crianças”, contemplado pelo PROAC Ações em Rede, em 2020. Atualmente, integra a equipe de produção e expografia do Instituto Pavão Cultural, atuando com elaboração de projetos culturais, captação de recursos e assistência de produção nos eventos. Em 2025, fez parte da equipe de curadoria da primeira edição de “O Sul é o nosso Norte”, no Pavão Cultural, e trabalhou na elaboração e administração do projeto “Circulação A Carne de Gaia”, contemplado pelo PROAC 26/2024 – Circulação de Exposição de Artes Visuais.

Com formação em Arte Dramática e Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Unitau, é pós-graduada em Gestão Cultural, atuando na área da Cultura há mais de catorze anos. É natural de Taubaté, interior de SP, onde operou nas áreas de Comunicação em veículos locais e produziu Arte e Cultura, principalmente no cenário teatral, recebendo prêmio de Atriz Revelação no Festival de Teatro de Taubaté de 2012. Foi responsável por três anos pela programação do Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão/SP, dando suporte inclusive à duas edições do Festival de Inverno, o maior evento de música clássica da América Latina. Foi assessora parlamentar na Câmara Municipal de Taubaté, auxiliando projetos em prol da comunidade artística da cidade e atendendo às demandas do setor. Mediou exposições em museus, espaço corporativo e unidades do Sesc. Em junho de 2024 passou a integrar a equipe do Instituto Pavão Cultural atuando nas áreas de produção cultural, comunicação interna e externa, realização de eventos, produção de texto, apoio às exposições e captação de recursos.


de onde viemos
Mario e Teresa, arquitetos de formação e entusiastas das artes visuais e da música, trabalham com arquitetura de exposições desde 2006. Em 2018, movidos pela vontade de atuar na cena cultural de Campinas, abriram oInstituto Pavão Cultural.
Desde então, vamos superando desafios, inclusive o período da pandemia, com inovação e resiliência. Realizamos mais de 30 exposições de artes visuais, 3 feiras de arte com mais de 60 expositores, em torno de 250 apresentações cênicas e musicais, acolhendo mais de 300 artistas e impactando 20 mil visitantes.

porque Pavão
Em 2006, em nosso primeiro projeto e montagem para o artista gráfico João Baptista da Costa Aguiar no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, surgiu a ideia de montarmos uma empresa com o nome de Pavão, um bicho tão exibido quanto os artistas em uma exposição!
Naquele momento não aconteceu, mas a ideia ficou conosco até poder ser realizada aqui em Campinas.
o que fazemos:
Produzimos e recebemos em nosso espaço, exposições de artes visuais, apresentações cênicas e musicais, cineclube, lançamento de livros, cursos e oficinas artísticas e corporais. O espaço foi preparado para ter múltiplo uso, e para a convivência entre as diversas linguagens artísticas.
Em 2025, incluímos a parceria com o Cineclube Terracota e a atividade de yoga ao nosso cardápio cultural. Também fomos certificados pelo Ministério da Cultura como Ponto de Cultura, um importante reconhecimento da relevância e do impacto de nossas ações na cidade de Campinas.
Ainda em 2025, com apoio do PROAC editais, circulamos a exposição “A carne de Gaia” por 4 cidades do estado de São Paulo, atingindo mais de 4000 pessoas.

para onde vamos:
O Pavão é um espaço independente e uma associação sem fins lucrativos, que precisa do apoio da sociedade para se sustentar. Nosso propósito é proporcionar cidadania cultural, despertando a sensibilidade do indivíduo, através da criação e fruição da arte e da cultura, conectando artistas e diferentes públicos, de forma democrática. Queremos sempre ampliar nosso público, amigos e apoiadores, ouvi-los através de nossos canais para poder oferecer mais e melhores atividades.
Venha conhecer-nos.
📍 Rua Maria Tereza Dias da Silva, 708.
Barão Geraldo — Campinas/SP.
📞 Informações: (19) 99633-4104.


PONTO DE CULTURA
O Pavão Cultural é um Ponto de Cultura certificado pelo Ministério da Cultura. Esse reconhecimento valoriza iniciativas que atuam de forma permanente na construção de experiências culturais abertas, participativas e conectadas com a comunidade.
Mais do que um título, ser um Ponto de Cultura significa fazer parte de uma rede que acredita na arte como espaço de encontro, aprendizagem, memória e transformação. É o reconhecimento de um trabalho que aproxima pessoas, promove diferentes linguagens artísticas e amplia o acesso à cultura como um direito de todos.